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Muito além do cinema …

Quando me perguntam sobre o que é o Revelando os Brasis, tento resumidamente explicar a dimensão de uma iniciativa que, em sua natureza, tem o tamanho do nosso país.

De modo breve sempre relato que se trata da possibilidade de pequenas cidades do Brasil produzirem e exibirem cinema em suas próprias localidades a partir do relato de suas próprias estórias. Bastaria somente esse aspecto para se ter uma ideia do universo que isso representa, pois fazer cinema não é algo simples, rodar um país de proporções continentais, muito menos, e selecionar 40 estórias dentre toda a riqueza cultural existente no Brasil então …

No decorrer da captação de imagens para a rota 3, o que vi e ouvi foram pessoas marcadas por algo inédito em suas vidas na medida em que também envolviam e incentivavam outras tantas por uma arte em comum. Ver o cinema mexer com as pessoas é sempre interessante. Ver esse mesmo cinema mobilizar uma cidade inteira é emocionante. Seja a partir das matérias publicadas em jornais locais, da movimentação das gravações, da recepção durante a exibição e logo depois da repercussão do circuito…

É maravilhoso passar em cada cantinho desse e sentir a felicidade das pessoas em poder mostrar sua cultura, ainda mais numa tela bem grande em praça pública. 

Texto e fotos: Gustavo Louzada

 

 

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Não é formiga não, moço!

Lembrei-me de um episódio enquanto fotografava uma partida de futebol durante a rota 3 do Circuito Nacional de Exibição do Revelando os Brasis Ano IV. Quando chego nas cidades fico sempre pensando em como fazer render uma matéria. Quero pelo menos ter uma boa fotografia de cada cidade que possa guardar em meu arquivo, então fico andando em busca desta imagem e da aprendizagem.

Quando chegamos em Conde, na Paraíba, fomos para a comunidade de pescadores, local onde aconteceria a exibição da cidade. No caminho passa um menino de bicicleta. Foi um dos primeiros personagens e uma das primeiras cenas que vi.

Logo em seguida fui fotografar uma partida de futebol de crianças e a bola foi parar num terreno vazio. Lá vão as crianças em busca da bola. Todos ficaram enfileirados no muro. Achei a cena super interessante para uma fotografia e saí correndo pisando numa vegetação rasteira.

Olho no visor e atento para começar a fazer os cliques do resgate da bola. Minhas pernas começaram a coçar e a queimar, mesmo assim continuei com olho fixado na câmera, sem ao menos saber onde estava pisando.

Chegou um certo momento que não aguentava mais a coceira e disse: “nossa, aqui está cheio de formiga!” O menino que eu tinha visto andando de bicicleta, assim que chegamos na cidade, estava morrendo de rir e me disse: “Não é formiga, é urtiga! Por que você acha que estamos no muro?” Começamos a rir.

Mas sem perder o olhar fotográfico continuei clicando, apesar da queimação danada nas pernas, rsrsrsrs. O que passamos para buscar boas imagens? rsrsrs. Esta é a sequência de fotos que acredito ter valido a pena a “leve” coceirinha por conta da vegetação.

Texto e Fotos: Ratão Diniz

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Em cada pequena cidade, uma grande lembrança

Dos inúmeros bons momentos vividos, tenho vários a destacar, mas vou descrever alguns dentre tantos outros guardados. Lembro-me que em Igarapé do Meio, no Maranhão, parei de fotografar por um momento para ver a gargalhada de uma senhora ao assistir aos vídeos. Cara, aquilo me dava uma satisfação enorme, sem hipocrisia alguma. Era uma sensação de felicidade de ver que tudo aquilo era mágico e de extrema importância para todos, inclusive para nós.

Conde – Na cidade de Conde, na Paraíba, conversei com um senhor que assistia aos vídeos na porta de sua casa com sua mãe e ele me falou que o filme “Tocando um Baixo” representa parte da sua história por mais que não tenha nascido no município. Os vídeos trabalham com a identidade local e causaram este efeito neste recente morador que já se sente pertencente àquela história.

Nazarezinho – A recepção que os moradores de Nazarezinho, na Paraíba, fizeram para receber o circuito foi inesquecível. Puxa, faixas espalhadas pela cidade, forró pé-de-serra, doces, biscoitos, churrasco, dança … E lembrando que foi também uma sessão muito especial. Uma chuva forte e todos ali resistindo com seus guarda-chuvas para assistirem aos filmes.

Tracunhaém – Em Tracunhaém, no estado de Pernambuco, o cenário era fantástico. A exibição aconteceu ao lado da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, uma arquitetura riquíssima que valorizou ainda mais a noite de cinema.

Correntes – Puxa, em Correntes, no estado de Pernambuco, foi inesquecível ver aquele ginásio lotado, aplaudindo e gritando diante do vídeo da cidade, pedindo bis. Não esqueço as apresentações da Quadrilha os Filhos de Lampião, os tambores do Maracatu que arrepiava a cada batida.

Gilbués – Gilbués, no Piauí, marca também esta viagem. Um público que assistiu aos filmes e aplaudiu ao final da apresentação de cada vídeo da programação da noite. O município foi o último da Rota 3 e para mim, não foi um adeus, mas sim, um até logo. Encerramos a sessão parecendo que teríamos mais uma exibição no dia seguinte, um sentimento de reencontrar todas as pessoas que conhecemos nesta viagem de 11.000 Km.

Não sei quando voltarei, mas quero acreditar que um dia irei retornar e reencontrar as pessoas fantásticas que tive a oportunidade de conhecer nesta viagem. É este sentimento que desejo sempre: poder retornar.

Quantas boas lembranças terei deste circuito e quantas imagens para eternizar todos os momentos vividos por nós. Tenho certeza que estas cenas que capturamos contribuirão muito com a memória deste momento vivido pelos municípios. É apenas uma parte, mas sei que representará bem esta etapa da história dos moradores.

 Texto e Fotos: Ratão Diniz 

 

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Aos guerreiros da rota!

Ao me perguntarem quais as impressões mais marcantes desta viagem pelas pequenas cidades brasileiras pensei como é difícil responder. Isso porque todas as cidades por onde passamos, até mesmo as estradas, marcam a nossa história.

Primeiro, o que marca é a equipe que se forma para estar junta durante esta jornada. Esta integração é importantíssima porque precisa ser mais do que uma família – respeito, amizade, apoio mútuo. Então a equipe necessita estar em sintonia para realizar o trabalho da melhor forma possível.

Foi incrível conhecer e ouvir as histórias dos projecionistas Márcio e Bené, responsáveis pela condução do caminhão com a estrutura da caravana (tela de cinema, projetores e cadeiras para a plateia) que percorreu praças e ruas das cidades. O motorista André é “uma grande figura” cheia de disposição e dedicação para o projeto.

A produtora Gabi, grande amiga que conheço desde 2007 – mas com quem nunca havia conseguido realizar um circuito –  é uma profissional fantástica. Foi demais ver a garra de cada pessoa envolvida, uma honra grande poder fazer parte desta equipe guerreira.

Texto e Fotos: Ratão Diniz 

 

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Olhai o Brasil profundo…

 

Em 2007, quando recebi o convite através da Beatriz Lindenberg e Bete Jaguaribe para acompanhar o primeiro Circuito Nacional de Exibição, não tive dúvida alguma. O Revelando os Brasis permite capturar imagens que sempre acreditei fazer um dia. E foi assim como pensei.

Me formei nas turmas de 2004 e 2006 da Escola de Fotógrafos Populares, no Rio  de Janeiro. Tinha acabado de receber meu diploma e havia me deparado com o convite para dar aula em Nova Iguaçú, na capital carioca. Um mês depois da experiência em sala de aula vem esta notícia do Circuito Ano I.

Durante a viagem da caravana aprendi a fotografar porque estava diante de diversas situações de luz, ambientes, pessoas e não tinha mais os colegas de turma e nem professores ao meu lado.  O equipamento era uma Nikon D200 que acabara de adquirir; nem sabia mexer no equipamento e foi tudo muito novo para mim.

O projeto é a linguagem que me influenciou para atuar hoje como fotógrafo. Quando tive oportunidade de conhecer trabalhos como os do João Roberto Ripper, Lewis Hine, Eugene Smith, Sebastião Salgado, Cartier Bresson, Robert Capa … estes grandes mestres, pensei: é o que desejo e acredito. Quero fazer o que estes caras fizeram e fazem, uma fotografia humanista que possibilita conhecer pessoas, lugares, histórias e compartilhar tudo isso.

Logo depois de receber informações do projeto, avaliamos como seria a fotografia da etapa de exibição do Revelando os Brasis. Pensamos em fotografar as estradas, a montagem de toda estrutura do cinema, o público, entre outras cenas. Mas a gente queria ir além disso tudo.

Claro, estas impressões eram importantes para o projeto, mas pensamos na oportunidade de estar ali nos municípios belíssimos e cheios de histórias para nos contar. A ideia era aproveitar da melhor forma possível a passagem por essas cidades e tentar traduzir em imagens, neste pouquíssimo tempo, o dia-a-dia destes locais.

O que tento registrar é além do institucional. Sei da imensa importância destas fotografias para o projeto, mas também penso que as imagens do cotidiano destas cidades conseguem mostrar os Brasis. Estas cenas somam com as histórias dos vídeos selecionados e vejo um riquíssimo material que fortalece e revela em cada edição a diversidade do país. Digo sem medo algum: aprendi muito a fotografar durante o Revelando os Brasis. Em 2011, acompanhei a Rota 3, que percorreu estados do nordeste. Vejo o projeto como uma grande escola e hoje já estou na 4º turma.

Texto e Fotos: Ratão Diniz

 

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Fotógrafo seleciona cliques da Rota 2

A Caravana do Revelando os Brasis Ano IV não foi bem um trabalho que deveria ser executado. Foi um presente que eu deveria usufruir pessoalmente e profissionalmente. Foram 14 cidades, das quais apenas duas eu conhecia até então, além da capital capixaba onde moro. 

Os 25 dias na estrada, em companhia de uma equipe que transformei temporariamente em família, foram agradáveis, inesquecíveis e fraternais. A preocupação de todos com o trabalho do grupo e o bem-estar comum era lindo de se ver.

Ah, as fotos! Não posso – claro – esquecer de falar das fotos. Sair da minha rotina foi extremamente engrandecedor e renovador. Fotografar a realidade do país em que vivemos, não aquela que, na maioria das vezes, é mostrada na televisão e porque não dizer, aquela em que vivo na minha pequena e limitada bolha social, foi uma experiência singular.  Eu sei que esse Brasil existe, mas nunca é demais vivenciá-lo, relembrá-lo, revelá-lo!  Melhor ainda se através do meu olhar eu puder levar ‘esses Brasis’ a milhares de pessoas.

Cada cidade em que passamos nos ensinou alguma coisa, nos mostrou algo de bom, algo que não gostaríamos que fosse daquele jeito, algo que precisa ser transformado mas principalmente algo que precisa ser visto, registrado, eternizado.  Agora, revendo fotos, vídeos, relembrando toda aquela caravana só restam a saudade e a satisfação de ter cumprido uma missão.

Vida longa ao Revelando!

Texto e Fotos: Fabio Machado

Vitória-ES  

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“Piaçava” será lançado no Amazonas

Depois do sucesso em Gilbués, no Piauí, na Região Nordeste, agora é a vez do projeto desembarcar na Região Norte. A pequena cidade de Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas, recebe neste sábado (20/08) o Circuito Nacional de Exibição do Revelando os Brasis. É a noite de lançamento do documentário “Piaçava”, de Regiandro Albuquerque Goes, morador amazonense selecionado pela quarta edição. A sessão será realizada às 19 horas, na Quadra Municipal.

O filme mostra o cotidiano dos piaçaveiros da comunidade de Campina do Rio Preto cuja economia tem como base a extração da piaçava, matéria-prima usada na elaboração de diferentes produtos, inclusive, artesanais.

Além do vídeo feito na cidade, serão exibidas produções selecionadas pela quarta edição vindas de outras partes do país. A programação inclui os vídeos “Quebradeira”, de Osman Silvino, de Igarapé do Meio, no Maranhão; “As Voltas do Mundo”, de Fabrício Santana de Aroeiras, na Paraíba; “Partituras do Tempo”, de Gladis  Helena Wolff, de Gaurama, no Rio Grande do Sul; e “A Galinha ou Eu!, de Itambé, no Paraná.

A sessão é gratuita e aberta a toda comunidade.

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Vinte e seis mil pessoas participam do Circuito

Contar uma história, transformar em filme e exibir numa tela de cinema. Este sonho está se transformando em realidade para moradores de 40 pequenas cidades com até 20 mil habitantes espalhadas por todas as regiões do país. Ao longo de 45 dias, a quarta edição reuniu em sessões abertas e gratuitas 26 mil pessoas de todas as idades.

O Circuito Nacional de Exibição pegou a estrada no dia 16 de junho, em Itambé, no Paraná, na região Sul, e prosseguiu até Gilbués, no Piauí, onde realizou a última sessão da Região Nordeste. A próxima exibição acontecerá no dia 20 de agosto, em Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas, na Região Norte. O público assistirá ao documentário “Piaçava”, de Regiandro Albuquerque Goes, morador da cidade amazonense selecionado pela quarta edição.

A caravana, dividida em três rotas, percorreu até agora cidades e capitais dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Vinte e dois documentários e dezoito ficções compuseram a nova edição. Com roteiro, produção e direção dos autores selecionados, as histórias registram a memória e a diversidade cultural brasileira.

Por onde passaram, os caminhões equipados com telas de cinema, projetores e cadeiras, atraíram a atenção e o carinho dos moradores que além de terem acesso ao cinema – muitos deles pela primeira vez – assistiram à obra produzida dentro da comunidade e a outras feitas por moradores de pequenos municípios.  

Durante o circuito, o projeto por meio do olhar de seus diretores, resgatou histórias perdidas, esquecidas ou desconhecidas pela maioria dos moradores, promovendo um reencontro da população com seus valores e suas riquezas. O projeto se consolidou ainda mais como um instrumento de fortalecimento da autoestima das comunidades e de valorização da identidade local. 

Foto: Ratão Diniz

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Revelando os Brasis no Festival de Gramado 2011

A quarta edição do Revelando os Brasis continua quente!

Depois do Circuito Nacional de Exibição, o projeto está brilhando num dos mais importantes eventos audiovisuais do país, o 39º Festival de Cinema de Gramado, no Rio Grande do Sul. Uma mostra especial com os cinco vídeos gaúchos feitos em pequenas cidades com até 20 mil habitantes integra a programação do evento que começou no dia 05/08 e terminará no sábado (13/08). As exibições das obras do Revelando acontecem às 14 horas, no Palácio dos Festivais.

Nesta quarta-feira (10/08) será apresentado o vídeo “M’boy Guaçu”, de Carlos Viana Albrecht, de São Miguel das Missões. A ficção é baseada numa lenda indígena sobre uma misteriosa cobra que se escondia no alto da torre da igreja, amedrontando as crianças missioneiras.

Amanhã (11/08), o público poderá acompanhar a exibição do vídeo “Memórias da Terra”, de Janete Dalla Costa, de São Pedro do Sul. O documentário resgata a verdadeira história das escavações lideradas pelo paleontólogo alemão Friedrich Von Huene na comunidade de Xiniquá, no município, ao final da década de 20, resultando na descoberta do maior réptil do período triássico, com mais de 200 milhões de anos.

Na sexta-feira (12/08) será exibido o vídeo “Duas Cruzes”, de Lizzi Barbosa, de Cidreira. A ficção conta a assustadora lenda de um casamento à beira-mar que termina em tragédia com a morte dos noivos por afogamento e o desaparecimento sobrenatural do corpo da noiva.

O Festival de Gramado exibiu, dentro da Mostra Revelando os Brasis, na segunda-feira (08/08) a ficção “Partituras do Tempo”, de Gladis Helena Wolff, de Gaurama, e na terça-feira (09/08) “Loucos por Bocha”, de Thiago Stürmer, de Arroio do Meio. 

A coordenadora geral do festival gaúcho, Liege Nardi, ressaltou a importância da mostra no evento. “O Festival de Gramado, como os demais festivais, tem como função proporcionar a difusão das obras. O evento é uma janela para mostrar que, com criatividade e boa vontade, se faz cinema em qualquer lugar”, declarou.

Foto: Itamar Aguiar/PressFoto

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Começa agora um novo circuito

 

Parece que foi ontem que as 40 histórias foram selecionadas para compor o mosaico de obras do projeto Revelando os Brasis. Muitos autores ainda se lembram da emoção de estudar cinema, no Rio de Janeiro, ao lado de profissionais de renome do audiovisual nacional. Para a maioria dos participantes transformar uma história em filme parecia ainda um sonho.

Depois veio a aventura das gravações, misturando desafios e superações. Não faltaram dificuldades e muita ralação. Mas a etapa também trouxe criatividade, espírito de equipe, integração com a comunidade e aprendizado. Aos poucos, a história tomava forma audiovisual nas mãos dos moradores de pequenas cidades.

Após a experiência de produzir, gravar e editar, o coração parecia não aguentar a expectativa para a exibição da obra no município, muitas vezes esquecido em meio à imensidão do território nacional. Qual seria a reação dos moradores diante da história? Como a comunidade reagiria ao assistir a obra feita dentro da cidade?

Apreensão e muito trabalho de produção e divulgação antecederam o maior momento de cada diretor: ver o filme na tela junto com o público. O resultado foi o reconhecimento da plateia em todas as sessões. Nos 45 dias de estrada, milhares de pessoas acompanharam as exibições gratuitas e abertas do Circuito de Exibição do Revelando os Brasis.

Agora, a caravana começa a deixar saudade. Nesta quarta temporada, os brasis se revelaram ainda mais, enaltecendo a diversidade cultural e as riquezas guardadas nos recantos mais distantes de uma terra de tantas misturas.

Para resgatar os detalhes desta edição do circuito, o blog do Revelando os Brasis mostrará, a partir de agora, as principais cenas e impressões de uma viagem inesquecível.

Venha com a gente!

Foto: Ratão Diniz 

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